O preço do cabaz fomentar com 63 bens essenciais monitorizado pela DECO PROteste custa esta semana 240,78 euros, mais 1,43 cêntimos (0,06%) do que a 4 de junho e mais 4,61 euros (1,95%) do que na primeira semana de 2025, revelou a organização. Mas que produtos ficaram mais caros?
 
Entre os dias 28 de maio e 4 de junho, os maiores aumentos percentuais de preço registaram-se em produtos porquê a volume em espirais, que custa agora 1,24 euros, mais 15 cêntimos do que na semana anterior (13%), os medalhões de pescada, que custam 6,96 euros, mais 79 cêntimos (13%) e o pão de forma sem côdea, que está a custar 2,55 euros, mais 28 cêntimos (13%). 
O ‘top’ dos 10 produtos que mais aumentaram fica completo com a maçã gala (11%), batata-vermelha (8%), maçã golden (7%), óleo virgem extra (6%), salmão (5%), cereais de ligamento (5%) e feião-manteiga (5%).
Recorde-se que o cabaz inclui mesocarpo, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, sendo considerados, entre outros, produtos porquê peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo, manteiga.
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