advertisemen tFlorestas, zonas húmidas, mangais, recifes de coral e pastagens — todos eles pilares do equilíbrio ecológico — encontram-se espalhados por comunidades em todo o mundo, e África não é excepção. O continente abriga vastos ecossistemas de enorme riqueza biológica, que oferecem muito mais do que refúgios para a vida selvagem: são forças invisíveis que sustentam a própria sobrevivência humana. A protecção destes espaços deixou de ser uma opção – é uma necessidade fundamental para garantir a sustentabilidade económica a longo prazo, a resiliência das sociedades e a estabilidade ambiental. As áreas ecologicamente ricas são a base da biodiversidade, fornecendo abrigo, alimento e locais de reprodução para inúmeras espécies. Milhares de plantas, animais e microrganismos podem coexistir num único pântano ou floresta, contribuindo para manter o equilíbrio natural. Quando estas regiões são destruídas, a teia frágil da vida colapsa, resultando na extinção de espécies, degradação dos solos e perda de polinizadores naturais, essenciais para a produção de alimentos. As comunidades que preservam tais áreas ajudam a proteger a diversidade genética do planeta e a criar as bases para futuras descobertas científicas e médicas. Além disso, a protecção de zonas ecologicamente ricas é uma das formas mais eficazes de combater as alterações climáticas. Florestas, mangais e turfeiras actuam como grandes sumidouros de carbono, removendo milhões de toneladas de carbono da atmosfera. Quando são desmatadas ou queimadas, esses gases são libertados novamente, acelerando o aquecimento global. Para além das dimensões económica e científica, muitas sociedades africanas mantêm profundos laços culturais e espirituais com o meio ambiente natural, reforçando a importância da sua preservação. Estas são as regiões mais protegidas e ecologicamente ricas de África, segundo um relatório da Go2Africa – agência de viagens especializada em turismo no continente africano. Fonte: Business Insider Africa
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