Setenta e cinco por cento dos jogos do Mundial vão disputar-se num país que nega a entrada a nacionais de mais de cem nações. Cartão vermelho para quem ficar calado. Farta das barbaridades de Trump e da sua trupe, que têm o condão de me revolver o estômago e roubar preciosas horas de sono, e na ressaca das nossas eleições presidenciais, estranhei a animação no café cá do sítio, até perceber que aquilo com que os meus conterrâneos estão realmente empolgados é com a perspetiva de dedicarem os próximos meses ao campeonato do mundo de futebol que, como toda a gente sabe, empolga mais do que qualquer outra coisa o patriotismo nacional. Leia o artigo completo aqui

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