A transição energética portuguesa tem sido reconhecida ao nível internacional, refletindo-se no aumento da capacidade instalada de energia eólica e fotovoltaica, que passou de 6,4 GW em 2019 para 12,5 GW em 2025(1), e na redução da dependência de combustíveis fósseis na produção de eletricidade. Em 2018, as renováveis ​​representavam 52% da eletricidade produzida; em 2024, este valor atingiu 66%, com a meta de chegar a 93% em 2030, segundo o PNEC 2030. Este percurso tem contribuído na diminuição do preço da eletricidade em Portugal face às principais economias europeias(2), no reforço da independência energética, um desígnio central da soberania nacional, e numa maior atratividade do país para indústrias eletrointensivas — são exemplos disso os vários projetos anunciados de centros de dados e de combustíveis verdes que dependem de eletricidade limpa e barata.

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