O montante será destinado à investigação e ao desenvolvimento do seu protótipo não tripulado de aeronave elétrica de descolagem e aterragem vertical (eVTOL, na sigla em inglês), com o objetivo de acelerar a tecnologia do aparelho e reforçar as parcerias com fornecedores e entidades reguladoras, indicou a empresa em comunicado.

A expectativa da empresa é obter todas as autorizações, realizar as primeiras entregas e iniciar a operação comercial do seu aerotáxi em 2027.
O empréstimo, a reembolsar num prazo de cinco anos, contou com a participação dos bancos Itaú, do estatal Banco do Brasil, Citibank e Mitsubishi UFJ Financial Group.
Com este último crédito, o financiamento total da Eve atinge já os 1.200 milhões de dólares (cerca de 1.025 milhões de euros), o que consolida a empresa “como uma das mais capitalizadas do setor dos táxis aéreos”, referiu a empresa.
“Este financiamento garante recursos de longo prazo para acelerar o desenvolvimento, avançar no processo de certificação e executar o nosso roteiro estratégico, para além de 2028”, afirmou o diretor financeiro da Eve, Eduardo Couto, citado no comunicado.
No dia 19 de Dezembro de 2025, a Eve informou que concluiu com êxito o primeiro voo do seu protótipo de aerotáxi nas instalações da Embraer, o terceiro maior fabricante de aviões do mundo, no município de Gavião Peixoto, no interior do estado brasileiro de São Paulo.
A Eve Air Mobility é uma empresa controlada pela Embraer, líder mundial na produção de aviões para voos regionais, e está cotada nas bolsas de Nova Iorque e de São Paulo.
Já recebeu cerca de 3.000 encomendas para o seu modelo de aerotáxi, inicialmente concebido para transportar quatro passageiros, além do piloto, em distâncias até 100 quilómetros, segundo dados da empresa.
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