a d v e r t i s e m e n tA economia da África do Sul é 37% menor do que teria sido se o país tivesse escoltado o ritmo dos seus parceiros dos mercados emergentes e mantido um incremento anual de 4,5% desde 2010, de concordância com um relatório da Investec Wealth & Investment International.
De concordância com a Bloomberg, o relatório calculou que, se tivesse mantido o ritmo dessas taxas de incremento, o Resultado Interno Bruto (PIB) nominal do país teria subido de 7,5 milénio milhões de rands para quase 12 biliões de rands (670 milénio milhões de dólares) no ano pretérito.
O incremento lento coincidiu, em segmento, com uma era de devassidão generalizada no Governo – conhecida na África do Sul uma vez que “Conquista do Estado” – sob o ex-Presidente Jacob Zuma, que, segundo as estimativas de seu sucessor, Cyril Ramaphosa, custou à economia do país pelo menos 500 biliões de rands (27,9 milénio milhões de dólares).
A lentidão causada por cortes de vontade, criminalidade, infra-estruturas em ruínas e erros na política externa reduziu o incremento para uma média de tapume de 1% ao ano nos últimos 15 anos, de concordância com o relatório.
“O valor aglomerado das receitas perdidas é terrífico”, afirmou Osagyefo Mazwai, estratega de Investimentos da Investec Wealth & Investment International, no documento, acrescentando que “isso é significativo, considerando as restrições fiscais enfrentadas pela África do Sul, e demonstra a premência de prometer o incremento poupado para aumentar os recursos fiscais e permitir ainda mais a capacidade do Estado de prestar serviços.”
Um incremento mais poderoso também teria impulsionado as receitas do Governo. De concordância com a nota, somente em 2024, as receitas poderiam ter sido tapume de 800 biliões de rands (44,7 milénio milhões de dólares) mais altas, colocando o país numa posição melhor para mourejar com investimentos críticos em infra-estrutura, uma vez que transmissão de electricidade, portos e ferrovias.
Em vez disso, a África do Sul está a mourejar com uma elevada dívida vernáculo bruta, com o PIB a atingir um pico de 77% oriente ano. E com o incremento populacional de 1,3% a ultrapassar o incremento poupado real, as pessoas “estão em pior situação do que em 2010, sugerindo que a política económica tem sido ineficaz no combate à pobreza, ao desemprego e à desigualdade”, acrescenta o relatório.
“Em termos per capita, o resto do mundo é 50% mais rico do que o sul-africano médio”, frisou Mazwai, destacando que um incremento contínuo de 1% “não conduzirá aos objectivos previstos de tirar as pessoas da pobreza e abordar de forma significativa os problemas do desemprego e da desigualdade.”
A saída para o dilema hodierno, segundo o responsável, é a implementação de reformas favoráveis ao incremento.
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