Os principais indices norte-americanos encerraram a sessão desta quarta-feira dividos entre ganhos e perdas, numa fundura em que a economia norte-americana dá sinais de grande resfriamento. O mercado laboral está menos dinâmico – o que levou Donald Trump às redes sociais para pressionar a Suplente Federalista (Fed) a retomar o ciclo de consolação da política monetária – e o setor dos serviços está em contração, com as empresas a indicarem um aumento nos preços dos materiais e das matérias-primas. 


“O impacto das tarifas está, muito provavelmente, a aumentar os preços pagos pelas empresas do setor de serviços”, explica Jeffrey Roach, economista-chefe da LPL Finacial, à Reuters. O cenário de preocupação foi ainda exacerbado por um relatório da ADP que demonstrou que os privados criaram o menor número de postos de ofício em mais de dois anos no mês pretérito. O tira-teimas vem esta sexta-feira, quando forem conhecidos os dados da geração de ofício, que vão permitir medir com eficiência o real impacto das tarifas no mercado laboral norte-americano.


Neste contexto, o S&P 500 avançou 0,01% para 5.970,81 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite ganhou 0,32% para 19.460,49 pontos. Já o industrial Dow Jones caiu 0,22% para 42.427,74 pontos. Os três principais índices norte-americanos arrancaram junho com alguma volatilidade, à procura de novos catalisadores, depois de um “rally” de recuperação ter oferecido o melhor mês em mais de um ano e meio ao S&P 500. 


No campo mercantil, termina esta quarta-feira a data limite para os países entregarem as suas melhores propostas à Moradia Branca, com a governo Trump ansiosa para inaugurar a perceber novos acordos para diminuir o clima de incerteza instaurado nos mercados. Ou por outra, os investidores estão a olhar com expectativa para a reunião entre o Presidente dos EUA e o seu homólogo chinês marcada para esta semana, dias depois de uma ferverosa troca de acusações.


“Se os EUA não conseguirem um convenção com a China, a ‘guerra tarifária’ continuará a ser uma grande preocupações nos próximos meses e terá um impacto sumoso a nível doméstico e  internacional”, afirma Phil Blancato, CEO da Ladenburg Thalmann Asset Management, à filial de notícias britânica. 


Entre as principais movimentações de mercado, a HP valorizou 0,85% para 17,84 dólares, depois de a tecnológica ter apresentado resultados supra do esperado para o seu segundo trimestre fiscal, citando um aumento da procura dos seus serviços de perceptibilidade sintético e de “cloud”. Já a CrowdStrike afundou 5,77% para 460,56 dólares, apesar de até ter apresentado resultados em risca com as estimativas nos primeiros três meses do ano. A tarar sobre a negociação da tecnológica estiveram as previsões para o trimestre em manobra, sinalizando um incisão no investimento público e privado em produtos de cibersegurança. 


Entre as “sete magníficas”, o destaque vai para a Tesla, que caiu 3,55% para 332,05 dólares, depois de a obreiro de automóveis elétricos ter visto as suas vendas no Reino Unificado, Alemanha e Itália desabar pelo quinto mês contínuo. 

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