advertisemen tQuando alguns indivíduos pedem dinheiro emprestado a instituições financeiras oficiais, como bancos ou organizações de microfinanças, isso indica frequentemente preocupações económicas e sociais subjacentes que podem travar o progresso de um país. O baixo nível de empréstimos formais indica normalmente que uma grande parte da população está excluída do sistema financeiro. Muitas pessoas podem não ter acesso a contas bancárias, históricos de crédito ou mesmo a conhecimentos financeiros básicos; em vez disso, recorrem a poupanças, apoio familiar ou credores informais. Por outro lado, uma população reduzida de pessoas que pediram dinheiro emprestado formalmente pode indicar auto-suficiência. Tal indicador pode simplesmente significar que o agregado familiar médio não necessita de empréstimos, dado que já obtém rendimentos suficientes para se sustentar. Contudo, quando se analisam empresas, sejam grandes ou pequenas e médias empresas (PME), é fácil deduzir que uma baixa taxa de empréstimos formais evidencia falta de acesso a crédito. As PME dependem normalmente de empréstimos para iniciar as suas operações, sendo responsáveis ​​pela criação da maioria dos empregos em países em desenvolvimento. Empreendedores que não têm acesso a financiamento adequado não conseguem adquirir equipamento, contratar pessoas ou lançar novos projectos. O baixo nível de empréstimos formais incentiva os consumidores a recorrer a credores informais ou redes comunitárias de crédito. Embora estas possam ser úteis em casos de emergência, implicam frequentemente taxas de juro muito elevadas e não oferecem qualquer protecção ao consumidor. Os mutuários podem rapidamente entrar em ciclos de endividamento, agravando a pobreza e a instabilidade financeira. Por outro lado, pedir empréstimos a instituições financeiras regulamentadas melhora o histórico de crédito de uma pessoa e pode abrir portas a oportunidades futuras, como hipotecas, empréstimos empresariais ou financiamento estudantil. Em muitos países africanos, os empréstimos formais continuam baixos, apesar do aumento das fintech e do dinheiro móvel. Seguem-se os países africanos com a menor população de pessoas que pediram dinheiro emprestado formalmente a uma instituição financeira, conforme indicado num relatório do Banco Mundial. Fonte: Bussiness insider Africa

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