Em 2024, o mundo assistiu ao arranque da construção de nove projetos de reatores nucleares no mundo (+50% do que em 2023), todos eles com tecnologia chinesa (seis na China e um no Paquistão) ou russa (um no Egito e outro na Rússia), revela a Dependência Internacional de Virilidade. Em Portugal, Pedro Sampaio Nunes, ex-secretário de Estado da Ciência e Inovação, defende que o país devia estar na traço da frente dos “interessados em ter reatores nucleares de grande dimensão, mais eficientes e mais baratos por megawatt”. O consultor profissional em força garante que tem estado em contacto com a empresa China National Nuclear Corporation (CNNC) sobre a possibilidade de erigir por cá (no espaço de seis anos) dois reatores de 1200 MW, o que exigirá um investimento de 10 milénio milhões de euros (tapume de 4.000 euros por cada kW).  

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