
A Samsung apresentou a sétima geração dos seus “smartphones” dobráveis, e a tecnológica revelou que levante é um mercado onde quer crescer. No evento de apresentação, Bernardo Cunha, diretor de estratégia e marketing de resultado da Samsung Portugal, adiantou que os dobráveis da Samsung, que se dividem entre o Fold e o Flip, já conquistaram 45 milénio portugueses, número que admite vir a crescer nos próximos anos. “Aumentámos a base de utilizadores em 20% só em 2024. Atualmente, 45 milénio portugueses são utilizadores dos ‘smartphones’ dobráveis da Samsung”, revelou Bernardo Cunha ao Negócios, à margem do evento, reconhecendo que levante valor ainda é pequeno e representa unicamente “1% dos utilizadores nacionais do universo” da marca. Ainda assim, a nível vernáculo, levante valor cresce e os dobráveis representam “7% dos ‘smartphones’ que colocamos nas mãos dos portugueses”. “Sabiamos que o caminho não ia ser pequeno ou fácil. As pessoas tinham de encontrar valor e ver porquê a experiência dos ‘smartphones’ dobráveis se ia mudar”, disse o responsável no evento. Ainda com a certeza de sucesso, o diretor de resultado adianta que o propagação da utilização vai continuar, e pode mesmo dar um salto de 40% face à compra dos “smartphones” lançados no ano pretérito. Dados mais positivos são os do ecossistema, onde se incluem os “smartphones” das gamas Z (dobráveis) e S (topo de gama), os auriculares e os relógios inteligentes. “Sabemos que 25% dos nossos clientes utiliza o ecossistema”, admite à margem da apresentação. Com um em quatro portugueses clientes a adotar o ecossistema da marca sul-coreana, Bernardo Cunha assegura que é tempo de olhar para quem não adota os restantes equipamentos e perceber porquê é que a experiência pode ser melhorada. Reconhecendo que a adoção deste tipo de “smartphones” é mais lenta do que as restantes categorias, o mesmo acontece com o “upgrade”, ou seja, a compra do equipamento ano posteriormente ano. “Está a ser mais lento do que em outras categorias, mas já o esperavamos. E faz sentido porque sao equipamentos mais caros e o tempo de vida é mais longo. Os dobráveis estão com um tempo de vida médio de quatro anos, isto é, esperamos que as pessoas que estão com a terceira, quarta e mesmo quinta geração passem agora para esta que estamos a lançar”. Mais ligeiro e mais Lucidez Sintético Os rumores já circulavam online e eram acompanhados de fotografias, e acabaram por se confirmar. A Samsung lançou a novidade geração Z, apostando em modelos mais leves e finos e introduzindo-lhes a Lucidez Sintético (IA) do Gemini. O Flip 7 foi mesmo apresentado porquê “o mais fino de sempre” e cabe em qualquer bolso, tendo unicamente 13,7 milímetros quando chegado. O Gemini passa também a estar disponível neste dispositivo, nomeadamente o Gemini Live que fica atingível no ecrã exterior, o que permite aos utilizadores ter o comitiva da IA para, por exemplo, fazer a mala para uma viagem ou que receitas se podem fazer com os ingredientes no frigorífico. Também o Fold 7, cuja vinco no ecrã está cada vez mais invisível, tem um ecrã 11% maior do que a versão anterior, é mais fino e também o mais ligeiro da gama Fold. Ao transfixar o Fold 7, levante quase pode ser comparado a uma televisão ou a um tablet, uma vez que o ecrã expansivo oferece uma maior espaço de trabalho. Com ambos os aparelhos em pré-venda e a chegar às lojas a 25 de julho, o Fold 7 tem um preço que vai de 2.169,90 euros (256 GB) até 2.599,90 euros (1 TB), enquanto o Flip 7 vai de 1.249,90 euros (256 GB) até 1.369,90 euros (512 GB), sendo que o Flip 7 FE, o protótipo mais barato da marca, fica a 1.099,90 euros (256 GB). A Samsung aproveitou o evento para apresentar o novo Watch 8, onde a empresa integrou o Gemini de origem. Também com uma novidade espessura, a marca admitiu que esta versão é hoje mais confortável e que existem novas funcionalidades em torno da saúde. A empresa sul-coreana introduziu o novo sensor de monitorização de saúde avançada, onde criou um guia de sono, que consegue calcular todas as métricas e ajustar o envolvente, ou seja, o próprio “smartwatch” consegue fazer uma estudo do padrão de sono e sugerir qual a melhor hora para deitar. Outra novidade é a possibilidade de detetar a apneia do sono. Embora a solução não esteja imediatamente disponível em Portugal, os responsáveis da marca admitem que esta vai chegar nas atualizações. Oriente aparelho vem ainda com um “personal trainer”, em que através de uma estudo de 12 minutos, o relógio inteligente consegue detalhar um projecto de corrida para um mês e também treinos diários. O Galaxy Watch8 de 40 milímetros fica disponível por 379,90 euros e o tamanho supra, de 44 milímetros, por 409,90 euros. Já a versão clássica de 46 milímetros fica por 539,90 euros.
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