No final do mês pretérito, havia 292,8 milénio desempregados inscritos nos centros de tarefa, o valor mais plebeu em dois anos. Os dados relativos a julho, publicados esta quarta-feira pelo Instituto de Trabalho e Formação Profissional (IEFP), mostram uma descida de 4% em termos homólogos e, mais ligeira, de 0,2% face ao mês anterior. Explica a síntese mensal que o desemprego registado, influenciado por fatores sazonhais, recuou em todas as regiões e de forma principalmente expressiva na Madeira (-19,4%). No Alentejo, pelo contrário, subiu ligeiramente. Face ao mês anterior, aumentou nas regiões do Setentrião, Meio e Alentejo. Novas inscrições sobem de junho para julho Outro oferecido a considerar é o relativo às inscrições de desempregados ao longo do mês – o fluxo (e não o ‘stock’). Explica a síntese que ao longo do mês de julho inscreveram-se no IEFP 41,8 milénio desempregados, número que representa uma quebra de 11% em termos homólogos mas uma subida de 12,5% face ao mês anterior (de junho). O mesmo acontece com as ofertas de tarefa recebidas e com as colocações. Apesar do aumento face ao mesmo período do ano pretérito (em 26,5% e 16%, respetivamente), as ofertas recebidas e as colocações caem (ou quase estabilizam) face ao mês de junho (5,8% e 0,4%).

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