
“Por entender injustificada a imposição da companhia que obriga os passageiros a descarregarem uma aplicação e os impede de viajar tranquilamente com documentos físicos, a Deco pediu a intervenção da ANAC e ao Ministério Público que avance com uma ação judicial, de forma a proibir que a transportadora mantenha as cláusulas que entende serem abusivas nos contratos”, anunciou hoje a associação de defesa do consumidor. Em comunicado, a Deco manifesta preocupação com “mais uma medida da companhia que discrimina e dificulta a vida a passageiros que não têm ‘smartphones’ ou simplesmente (estão) menos familiarizados com ferramentas digitais”. “Depois de ter introduzido a aplicação de taxas significativas pelo ‘check-in’ no aeroporto, a nova manobra da transportadora volta a penalizar consumidores com menos competências digitais e pode vir a significar novas filas nos aeroportos”, argumenta. A Ryanair anunciou recentemente que, a partir de 12 de novembro, deixará de aceitar cartões de embarque impressos, tendo os passageiros de utilizar exclusivamente cartões de embarque digitais. Para a associação, trata-se de uma “imposição abusiva”, sem “nenhuma justificação técnica regulamentar”. Leia Também: Lucro da Ryanair sobe 42% no semestre fiscal e ultrapassa 2.500 milhões
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