Os custos horários do trabalho aumentaram, no primeiro trimestre de 2025, 3,4% na zona euro e 4,1% na União Europeia (UE), em confrontação com o mesmo período do ano anterior, divulga esta segunda-feira o Eurostat.


As duas principais componentes dos custos do trabalho são os salários e vencimentos e os custos não salariais.


De conciliação com o serviço de estatísticas europeu, na dimensão do euro, entre janeiro e março, face ao trimestre homólogo, tanto os custos dos salários e vencimentos por hora quanto os custos não salariais aumentaram 3,4% cada.


Na UE, os custos dos ordenados e salários por hora aumentaram 4,2%, enquanto a componente não salarial subiu 3,8%.


Entre os Estados-membros, os maiores aumentos dos custos salariais horários para o conjunto da economia foram registados na Roménia (16,1%), Croácia (13,5%) e Bulgária (13,0%).


Três outros Estados-membros da UE registaram um aumento de 10% ou mais: Eslovénia (16,1%), Polónia (11,2%) e Hungria (10,2%).


Os aumentos mais baixos foram registados em Súcia (1,6%), em França (1,9%) e na Alemanha (2,8%).


Em Portugal, o indicador cresceu 4,0% nos primeiros três meses do ano, face ao mesmo trimestre de 2024.

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