O crude do Mar do Setentrião, de referência na Europa, encerrou as transações no Intercontinental Exchange a cotar 1,28 dólares supra dos 68,30 dólares com que fechou a última sessão.
 
O Brent começou a semana a oscilar perto da barreira dos 70 dólares por barril, e o mercado pareceu ignorar a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP+), que acordou no sábado aumentar a sua oferta de crude em 548 milénio barris por dia (bpd) a partir de 01 de agosto, um volume muito superior aos 137 milénio bpd dos três meses anteriores e ao que os mercados esperavam.
Segundo o comentador de mercado Forex Razan Hilal, apesar da pressão de baixa, vários fatores de subida estão a “sustentar” os preços do crude, uma vez que os investidores veem a crédito da OPEP+ na eliminação dos cortes de produção uma vez que “uma perspetiva mais otimista da oferta e da procura”.
Hilal apontou ainda uma vez que impulsionadores do sentimento de procura a fraqueza do dólar norte-americano, que reduz o preço do petróleo para os compradores de outras moedas, as expectativas de cortes nas taxas de renda por segmento da Suplente Federalista norte-americana (Fed) e os possíveis acordos comerciais dos EUA com os seus parceiros globais.
Em relação a leste último ponto, o Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o dilatação do prazo para a epílogo das negociações tarifárias, inicialmente previstas para terminar na quarta-feira, até 01 de agosto, uma vez que os acordos com alguns parceiros-chave, uma vez que a União Europeia, ainda não estão finalizados.
Leia Também: Cotação do Brent para entrega em setembro baixa 0,73% para 68,30 dólares

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