Esta posição foi transmitida numa publicação na rede social X, posteriormente um contacto com o Presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, a quem António Costa felicitou “pela sua vitória eleitoral”.
 
“Neste ano crucial para as nossas relações com a América Latina e as Caraíbas, a desfecho do concordância União Europeia (UE)-Mercosul”, defendeu o idoso primeiro-ministro português na mesma mensagem.
Para o líder da instituição que junta os chefes de Governo e de Estado da UE, também “a cimeira UE-CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) constituirá um sinal possante para o mundo do esforço na fenda e da procura de prosperidade partilhada”.
“Pensando numa perspetiva global, porquê nos ensinou o saudoso Pepe Mujica [antigo Presidente do Uruguai, que morreu em meados de maio] continuaremos a trabalhar juntos por um mundo mais justo, em resguardo do multilateralismo, da democracia e de uma ordem internacional baseada em regras”, adiantou António Costa.

Excellent conversation with the President of Uruguay, @OrsiYamandu, whom I congratulated on his electoral victory.Thinking from a global perspective, as the much-missed Pepe Mujica taught us, we will continue working together for a fairer world, in defense of multilateralism,…
— António Costa (@eucopresident) June 5, 2025

Para nascente ano espera-se a concretização do concordância UE-Mercosul, posteriormente o término das negociações de basta nível em dezembro de 2024.
Oriente concordância é mormente atrativo para o conjunto comunitário neste momento, face às tensões comerciais com os Estados Unidos.
A UE e os países do Mercosul alcançaram, no final do ano pretérito, um concordância político para aquele que será o maior concordância mercantil e de investimento do mundo, que servirá um mercado de 700 milhões de consumidores, no contexto do reforço da cooperação geopolítica, económica, de sustentabilidade e de segurança dos dois blocos.
Posteriormente o concordância político, cabe agora à Percentagem Europeia, que detém a cultura da política mercantil da UE, apresentar uma proposta ao Juízo e ao Parlamento Europeu para assinatura e desfecho, o que se espera que aconteça nascente verão.
O texto desse concordância foi finalizado em 2019, posteriormente 20 anos de negociações, mas nessa profundidade não teve seguimento.
O concordância UE-Mercosul abrange os 27 Estados-membros da UE mais Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, o equivalente a 25% da economia global e a 780 milhões de pessoas, quase 10% da população mundial.
Leia Também: Lula da Silva insta Macron a fechar concordância UE-Mercosul em seis meses

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