Em declarações à sucursal Lusa, o jurista da DECO Luís Pisco afirmou que “não cabe aos consumidores ser os polígrafos da informação ‘online’. É preciso que os criadores da informação, as empresas e os intermediários tenham uma responsabilidade direta e que esta responsabilidade seja sancionada de forma dissuasora e eficiente”.
O responsável explicou que se tem “verificado nos últimos anos um aumento significativo da desinformação disseminada em envolvente do dedo, com privado enfoque nas redes sociais, sobretudo, relacionada com produtos não seguros, oferta de serviços inexistentes, ou até mesmo relativamente a direitos dos consumidores, omitindo informações essenciais”.
Neste sentido, o propagação do ‘marketing’ de influência através das redes sociais tem tido também um papel preponderante no propagação da desinformação, pois “o eclodir de plataformas em traço (que envolve redes sociais, ‘marketplaces’ ou motores de pesquisa) e de sistemas de IA [Inteligência Artificial] generativa, o tratamento massivo de dados, e o impacto massivo destas plataformas junto do consumidor amplia drasticamente a influência que a desinformação pode ter no consumidor”, afirmou.
Luís Pisco alertou que a desinformação altera a perceção dos consumidores sobre a verdade, muito porquê as suas preferências na escolha de produtos, serviços e até a sua lealdade a marcas.
Para o jurista é importante “salientar a relevância de investimento na literacia do dedo dos consumidores porquê instrumento de resguardo contra os efeitos da desinformação: quanto maior for o proporção de literacia do dedo, melhor será a postura sátira do dedo dos consumidores”, embora também esteja em culpa literacia em várias outras áreas.
“Muitas das vezes, a desinformação é disseminada também por alguns ‘influencers’ que não se coíbem de publicitar de forma incorreta produtos”, afirmou.
O jurista identifica ainda as áreas da saúde, serviços financeiros, jogos em traço e produtos não seguros porquê as mais afetadas pela desinformação.
“Nestes setores, o impacto é maior, na medida em que pode ordenar falsas perceções da verdade e sobre as reais características de produtos, com isso alterando decisivamente as escolhas do consumidor, além de que, em alguns casos, pode mesmo colocar em culpa a sua saúde e bem-estar físico”, concluiu.
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