O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, assumiu esta sexta-feira no Parlamento estar “em falta com o país” pelo atraso no relançamento do concurso para a segunda parceria público-privada (PPP2) da alta velocidade Lisboa-Porto, depois de o primeiro concurso ter ficado deserto. O responsável responsabilizou pelo atraso o processo orçamental e a dissolução da Assembleia da República, assegurando que “vamos cumprir”. Miguel Pinto Luz garantiu que para este segundo troço – entre Oiã e Soure – “do lado do Ministério das Infraestruturas está tudo pronto para arrancar”, acrescentando que processo “está do lado das Finanças”. Garantiu, no entanto, que “até ao fim do ano a PPP2 será aprovada em sede de Conselho de Ministros”. O governante salientou ainda que no total o Ministério das Infraestruturas e da Habitação contará com 15 mil milhões de euros no próximo ano, entre a despesa total prevista na ordem dos 10 mil milhões e 5 mil milhões que a Infraestruturas de Portugal tem na rubrica 60 do Orçamento do Estado para 2026. “Tenha a IP capacidade de executar e não ficará um euro a faltar à IP para qualquer investimento que seja”, garantiu.

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