O consonância entre os países da NATO para aumentar os gastos com resguardo vai reequilibrar as relações entre a UE e os EUA e resolveu a principal questão que dividia as duas partes nas negociações para um consonância mercantil, disse António Costa numa entrevista à CNBC esta sexta-feira.             


Na quarta-feira, os aliados da NATO chegaram a consonância para aumentar consideravelmente despesa no setor da resguardo para 5% do PIB até 2035, o que vai fazer com que os países europeus comprem mais armamento aos EUA, disse o presidente do Parecer Europeu.    


“Decidimos fazê-lo para substanciar a nossa posição e assumir maiores responsabilidades com a nossa resguardo. Penso que resolvemos a questão principal e que o caminho está desimpedido para resolver as outras questões”, disse o ex-primeiro-ministro português.      


De consonância com António Costa, pelo menos segmento desta subida da despesa com resguardo será utilizada para aquisições aos EUA. “Evidente que, se comprarmos mais ‘americano’, isso significa que as relações comerciais se reequilibram. Essa é a razão – porque sempre disse que não podemos separar estas duas negociações – [pela qual esta] era a questão mais importante para os EUA e já está resolvida”.             


António Costa disse também que a Percentagem Europeia está a estimar a mais recente proposta mercantil da Vivenda Branca. “Ambas as partes estão empenhadas em encontrar uma solução, e espero que a consigamos e que a alcancemos antes de 9 de julho”.

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