O secretário do Transacção dos EUA, Howard Lutnick, disse que o combinação mercantil entre os norte-americanos e a China já foi assinado, numa entrevista à Bloomberg TV. Lutnick referiu que os termos do entendimento conseguido no mês pretérito em Genebra foram finalizados. “O combinação foi assinado e selado há dois dias”, referiu.
Os comentários surgiram pouco tempo depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter dito na Lar Branca que combinação tinha sido assinado “ontem”, sem entrar em pormenores.
O secretário do Transacção disse que o combinação prevê a entrega pelos chineses de terras raras aos EUA, que vão retirar algumas contramedidas, uma vez que a proibição de exportação de etanol, semicondutores e motores de aviões dos EUA para a China.
O responsável disse também que o combinação com a Índia está prestes a ser finalizado e que “uma série de acordos comerciais serão anunciados dentro de tapume de uma semana”.
Sobre o combinação com a UE, Lutnick referiu que será dos últimos a ser conseguido, mas que está otimista sobre um entendimento, uma vez que a Europa “fez um magnífico trabalho posteriormente um início lento”.
Lutnick confirmou ainda que 9 de julho será o limite para a pausa nas tarifas recíprocas, que serão atribuídas nesse dia a cada país. Todavia, ainda são possíveis negociações, referiu.
Depois de uma primeira ronda de negociações em Genebra, as delegações dos EUA e a China anunciaram um combinação de princípio no seguimento de dois dias de reuniões em Londres, deixando os termos para os respetivos presidentes.
Pouco tempo depois, Donald Trump anunciou que as taxas norte-americanas aplicadas aos produtos chineses passariam para 55% e as chinesas aos EUA fixar-se-iam em 10%, quando se situavam ambas supra de 100%. Não foi especificado o momento de em que estas novas taxas aduaneiras entrariam em vigor.
Painel