
Os preços dos combustíveis arrancam a semana com um comportamento misto no início, de acordo com as previsões divulgadas na sexta-feira pelo Automóvel Club de Portugal (ACP). O preço do gasóleo deverá subir dois cêntimos, ao passo que a gasolina deverá descer dois cêntimos. Isto numa altura em que o gasóleo simples está nos 1,519 euros por litro, enquanto a gasolina simples 95 está a custar 1,691 euros por litro, de acordo com os preços médios mais recentes atualizados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) no site Preços dos Combustíveis Online. Onde é que os preços são mais baratos? Para consultar os postos de abastecimento mais baratos perto de si, pode aceder a este link e selecionar, logo em cima, a opção ‘filtrar por município’, clicando depois no respetivo distrito na lista que será apresentada. Por fim, deverá selecionar o município que pretende consultar, bem como o tipo de combustível. De acordo com os dados mais recentes, divulgados pela DGEG, estes são os postos mais baratos do país: Os postos de abastecimento mais económicos do país© Reprodução do site da DGEG Governo promete: Reversão do desconto no ISP será “mais gradual possível” A eliminação do desconto em vigor no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) em 2026 será feita de forma “o mais gradual possível” para não afetar o preço final dos combustíveis, garantiu o ministro das Finanças. No debate da proposta de lei do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública no parlamento, o ministro Joaquim Miranda Sarmento lembrou que a reversão do apoio do Estado é uma obrigação da Comissão Europeia, por estar em causa um “desconto temporário que foi criado em 2022”, quando, no início da guerra da Ucrânia, o barril de petróleo “chegou a 120-130 dólares, sendo que hoje está a 60 dólares”. “A reversão do desconto do ISP será sempre o mais gradual possível, de forma a não ter impacto no preço final da gasolina e do gasóleo”, assegurou Miranda Sarmento, quando questionado pelo deputado do Chega Pedro Pinto sobre se a reversão será gradual ou se haverá corte na totalidade, de 100%, no desconto. O ministro lembrou que desconto é temporário, por natureza, e insistiu que a sua eliminação irá ser feita, “daquilo que for possível”, procurando “proteger aquilo que é o preço dos combustíveis na bomba de gasolina”. “Com exceção de Espanha, Portugal não tem combustíveis muito mais altos do que a maioria dos países da zona euro”, disse. No parecer à proposta orçamental, divulgado na semana passada, o Conselho das Finanças Públicas (CFP) estima que a eliminação do desconto em vigor no ISP e a atualização da taxa de carbono, a confirmarem-se, trarão uma receita adicional para os cofres do Estado de 1.132 milhões de euros. A eliminação do desconto em vigor no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) em 2026 será feita de forma “o mais gradual possível” para não afetar o preço final dos combustíveis, garantiu hoje o ministro das Finanças. Lusa | 11:22 – 24/10/2025 Leia Também: Salário de outubro já não cai na conta tão recheado. Perceba porquê
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