O Recomendação de Gestão da Percentagem do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) decidiu levantar a suspensão das ações da Martifer, depois de ter alegado que o mercado precisava de tempo para chupar “a informação divulgada pela emitente”, de convenção com um transmitido da entidade reguladora, disponibilizado no seu site. As ações da Martifer chegaram a recuar mais de 16% depois o levantamento da suspensão, tendo, entretanto, reduzido as perdas para muro 15% para 2,32 euros. Os títulos da empresa de estruturas metálicas encerraram a sessão anterior a disparar 24,55% para 2,74 euros, atingindo o valor mais proeminente desde abril de 2010. Foi a quarta melhor sessão de sempre da Martifer em bolsa. A Visabeira Indústria anunciou na madrugada desta quarta-feira o lançamento de uma oferta pública universal e obrigatória de compra (OPA) da totalidade das ações representativas do capital social da Martifer, em conjunto com a I´M, dos irmãos Martins, e a Mota-Engil. A contrapartida proposta pela Visabeira é de 2,057 euros por ação. O levantamento da suspensão aconteceu minutos antes de os oferentes comunicarem ao mercado que a contrapartida proposta na OPA iria, por fim, ter em conta a valorização astronómica registada no dia anterior – desaparecendo a possibilidade de ser exclusivamente de 2,00 euros. “Na sequência do ofício da CMVM recebido hoje, nos termos do qual a CMVM considera que o período de seis meses imediatamente anteriores à data de publicação do pregão prévio relevante para o conta da contrapartida mínima a remunerar no contexto da oferta (…) deverá incluir a data na qual o pregão prévio foi publicado”, referem os oferentes em transmitido enviado ao regulador. (Notícia atualizada às 16h05)

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