O concepção de “lifelong learning” (aprendizagem ao longo da vida) surgiu há décadas porquê uma urgência perante a longevidade crescente da população e a rápida evolução tecnológica, e tem-se tornado cada vez mais importante num mundo em jacente transformação.
O relatório do professor galicismo Jacques Dolors, que foi apresentado à Organização das Nações Unidas para a Ensino, Ciência e Cultura (UNESCO), considera o “lifelong learning” uma das chaves de entrada ao século XXI e defende que o concepção tem quatro pilares essenciais: aprender a saber, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.
Thais Requito, técnico em desenvolvimento humano, produtividade sustentável e fundadora da ReskillLab (consultora que oferece treinos, mentorias e experiências para empresas que querem evoluir a sua cultura), diz que, conforme a tecnologia assume funções antes desempenhadas por seres humanos, mormente nas áreas operacionais, surgem lacunas de habilidades que precisam de ser preenchidas, para que os profissionais continuem a ser relevantes no mercado de trabalho.
“Acredito que, num mundo onde as profissões se têm transformado continuamente, a aprendizagem contínua tornou-se importante, não unicamente para que as pessoas consigam adaptar-se às mudanças, mas também para prometer que todos tenham a oportunidade de evoluir nas suas trajectórias profissionais, independentemente do ponto de partida. Vejo que a capacidade de aprender ao longo da vida é mais do que uma tendência recente: é, definitivamente, uma urgência estratégica para o horizonte”, analisa.
Veja cinco dicas práticas para integrar a aprendizagem contínua na sua rotina, de negócio com Thais Requito.
Transforme a aprendizagem numa segmento da cultura organizacional
A principal barreira que as empresas enfrentam para incentivar a aprendizagem contínua é a falta de uma cultura voltada para tal. “Ao invés de encarar a aprendizagem porquê uma diligência pontual — porquê um curso para se ajustar a um novo sistema —, é importante que seja incorporada no dia- a-dia dos colaboradores. Estimular um envolvente de segurança psicológica, onde os erros são vistos porquê segmento do processo de aprendizagem, ajuda a gerar um espaço onde a inovação pode florescer”, comenta.
Integre a aprendizagem na sua rotina sem se sobrecarregar
Uma das principais preocupações com o “lifelong learning” é o risco de aumentar o stress e a sensação de culpa por não conseguir “dar conta” de mais uma diligência. “Em relação a isso, acredito fielmente que a chave é focar-se na qualidade, não na quantidade. Em vez de realizar múltiplos cursos, invista em sessões profundas que realmente agreguem valor ao seu desenvolvimento. Práticas porquê “shadowing” (seguir um mentor) ou mentorias mais personalizadas podem ser alternativas eficientes, promovendo uma aprendizagem contínua de forma mais oriundo e ligeiro”, complementa Thais Requito.
Priorize aprendizagens relevantes ao seu desenvolvimento
A “aprendizagem por impaciência” — estudar por estudar, sem um propósito simples — pode perfazer por ser prejudicial. “Acredito que o fundamento disso é o autoconhecimento, a autoconsciência. Ao invés de tentar sugar qualquer teor, os profissionais devem principiar a reflectir sobre as suas lacunas de conhecimento e direccionar os seus esforços para áreas que vão realmente contribuir para o seu prolongamento. Ter conhecimento sobre si próprio, as suas lacunas, interesses e objectivos, direcciona a aprendizagem com propósito. Onde está agora e para onde deseja evoluir?”
Explore diversas formas de aprendizagem além da tradicional
Evoluir pessoal e profissionalmente não se limita a cursos ou treinos formais. “Trocas entre pares, leitura, rodas de conversa e mentorias são formas muito eficazes de comprar novos conhecimentos. Ou por outra, a realização de projectos-piloto ou grupos de voluntários dentro da empresa pode proporcionar uma aprendizagem prática e empregar directamente os novos conhecimentos, incentivando um desenvolvimento mais colaborativo”, afirma Thais Requito.
Lidere pelo exemplo — mostre que aprender é uma prioridade
Cada vez mais, as lideranças desempenham um papel crucial na geração de uma cultura de aprendizagem contínua. “Os líderes que admitem as suas próprias vulnerabilidades e partilham o seu próprio processo de aprendizagem inspiram as suas equipas a seguir o mesmo caminho. Ou por outra, ao olhar para os erros dos colaboradores porquê segmento do processo de prolongamento, porquê uma oportunidade de aprendizagem, ao invés de uma punição, o líder também promove um envolvente mais seguro e destapado para o prolongamento profissional de todos os colaboradores”, explica a técnico.
A aprendizagem mantém o profissional relevante
Num mundo em que a tecnologia avança com muito mais rapidez do que a nossa própria capacidade evolutiva, aprender continuamente é o que nos mantém relevantes, porquê profissionais e porquê seres humanos.
“Lifelong learning” não é sobre reunir certificados, mas sobre cultivar a curiosidade, o sentido de propósito e a coragem de seguir em movimento, mesmo diante das incertezas. A aprendizagem contínua é o combustível para a construção de ambientes de trabalho mais humanos, adaptáveis e criativos”, conclui Thais Requito.
Manancial: A Publicação
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