
“Identificámos o ponto da fuga e implementámos medidas de segurança, incluindo a desativação temporária dos sistemas para garantir que não seja possível aceder a mais dados”, disse um porta-voz do Departamento de Educação de Victoria citado pela rede pública ABC e pela agência de notícias EFE. O departamento indicou que não há provas que sugiram que os dados roubados, que incluem nomes, endereços de ‘e-mail’ e senhas, tenham sido tornados públicos ou partilhados com terceiros. As autoridades acrescentaram ainda que as informações pessoais acedidas pelos ‘hackers’ não incluem datas de nascimento, números de telefone ou moradas. Taiwan sofreu, em média, 2,63 milhões de ciberataques diários China continental, em 2025, um aumento de 6% em termos anuais, segundo um relatório da Agência Nacional de Segurança da ilha (NSB), que responsabiliza o “exército cibernético” chinês. Lusa | 08:09 – 05/01/2026 O Governo australiano está a investigar o incidente, disse um porta-voz à ABC, acrescentando que o ciberataque ocorreu através de “uma rede da escola”. O estado de Victoria, no sudeste da Austrália, conta com cerca de 2.294 escolas, das quais 1.570 são públicas, de acordo com um relatório elaborado pelo Comité de Assuntos Jurídicos e Sociais do Conselho Legislativo do Parlamento de Victoria em 2024. Desta forma, as autoridades afirmam estar “a trabalhar com especialistas em cibersegurança e outras agências governamentais, e a comunicar com as escolas para garantir que isto não afete os estudantes no início do ano letivo de 2026”. Leia Também: Líderes empresariais alertam que IA aumenta riscos de cibersegurança
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