De congraçamento com a dependência de notícias, que cita fontes não identificadas, o negócio poderá incidir sobre muro de 300 aviões de fuselagem larga e estreita, enquanto outra nascente avança com 500 aparelhos, o que constituiria uma das maiores compras de aviões da história e a maior para a China.
Em todo o caso, estas fontes afirmam que as negociações ainda estão em lhano e que o negócio pode não se concretizar ou ser fechado numa data ulterior.
Até ao momento, nem a Airbus nem as autoridades chinesas responsáveis pelas negociações dos aviões emitiram qualquer confirmação solene sobre o tema.
A França e a Alemanha, dois dos países que controlam a Airbus, poderão enviar os seus dirigentes, Emmanuel Macron e Friedrich Merz, à cimeira China – UE, que se realiza em julho, em Pequim.
Se o congraçamento for assinado nessa fundura, poderá também ser interpretado porquê um sinal do Presidente chinês, Xi Jinping, ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, de que pretende estreitar os laços comerciais com a UE, numa fundura em que os laços de Pequim com Washington se deterioram devido à guerra mercantil entre as duas potências.
No entanto, a Bloomberg aponta a principal rival da Airbus, a norte-americana Boeing, porquê uma das potenciais vencedoras de um hipotético congraçamento mercantil entre Pequim e Washington.
No recente pacto mercantil com o Reino Unificado, um dos pontos mais importantes foi precisamente a venda de aviões.
Mas a Boeing está há anos em dificuldades no mercado chinês, face às tensões comerciais e às preocupações com a segurança dos seus aviões, que resultaram numa proibição de quase cinco anos do 737 Max, depois dois acidentes com um totalidade de 346 mortos na Etiópia e na Indonésia.
Nascente facto, associado a outras proibições temporárias, porquê a proibição, durante um mês, entre abril e maio, da entrega de aviões da Boeing a empresas chinesas devido à escalada da guerra mercantil entre Pequim e Washington, permitiu à Airbus lucrar vantagem na China nos últimos anos. A Boeing não recebe uma grande encomenda da China desde, pelo menos, 2017.
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