A China está a aprofundar as suas relações com os países da África Meridional, incluindo Moçambique, porquê secção de uma estratégia para se proteger dos impactos das guerras comerciais globais, revelou recentemente a professora associada da Universidade de Sydney, Lauren Johnston, durante a London Indaba, evento internacional devotado ao sector mineiro, organizado pela sul-africana Resources4Africa, informou esta quinta-feira, 26 de Junho, o portal de notícias Mining Weekly.

De negócio com Lauren Johnston, a China encara o fortalecimento das suas parcerias com África porquê “uma forma de seguro estratégico”, principalmente posteriormente o início da guerra mercantil com os Estados Unidos durante o primeiro procuração do Presidente Donald Trump. A resposta chinesa incluiu a geração do Fórum de Negócio China-África.

A professora explicou que a província chinesa de Hunan é o “rudimento de um protótipo de desenvolvimento poupado com poderoso orientação africana”, que tem sido intensamente promovido porquê eixo medial das novas relações sino-africanas. Hunan é reconhecida porquê um núcleo de inovação agrícola e industrial da China, sendo sede de empresas porquê a Sany, que opera também na África do Sul com fornecimento de maquinaria pesada, e da BYD, operário de veículos eléctricos. É também o núcleo do sector ferroviário virente da China.

Segundo Johnston, o protótipo de Hunan é hoje aplicado de forma intensiva para solidar os laços com países africanos que mantêm “relações políticas históricas com a China”, porquê é o caso de Moçambique, África do Sul, Namíbia, Tanzânia e Zimbabué — todos governados por antigos movimentos de libertação. A técnico lembrou ainda a existência de uma “escola de formação de liderança política nos periferia de Dar es Salaam, na Tanzânia”, onde a China fortalece o diálogo com líderes africanos sobre o desenvolvimento regional.

Lauren Johnston defende que o investimento chinês em África é uma forma de seguro contra guerras comerciais

Em declarações ao Mining Weekly, Johnston destacou que a China tem vindo a investir fortemente na “electrificação da sua economia”, reduzindo a subordinação da importação de petróleo, gás e outras matérias-primas. Simultaneamente, a queda na procura global pelas exportações chinesas levou o país a procurar “novos parceiros comerciais estratégicos, com África a surgir porquê prioridade”.

“Existe um protótipo de ‘expansão para fora’ totalmente prestes para tirar partido do nacionalismo dos recursos africanos. E Moçambique insere-se nesse grupo de países com os quais a China mantém laços políticos e económicos sólidos”, sublinhou.

No contexto moçambicano, a aposta chinesa poderá traduzir-se em “novas oportunidades de investimento nos sectores da pujança, infra-estruturas e transportes, integrando a visão mais ampla de Pequim para África porquê parceira-chave do seu propagação a longo prazo”.

Durante o tela, moderado por Peter Leon, presidente da separação africana da firma jurídica Herbert Smith Freehills, Johnston reforçou que “deleitar a África” é hoje, para a China, uma forma eficiente de “prometer firmeza e segurança mercantil”, num mundo cada vez mais fragmentado por tensões geopolíticas.a d v e r t i s e m e n t

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