
“No próximo mês, os pais poderão ligar a sua conta à dos seus filhos menores” e “controlar a forma como o ChatGPT responde aos seus filhos adolescentes com regras de comportamento do modelo”, afirmou a OpenAI. De acordo com a empresa, também será possível aos pais serem alertados caso seja detetada uma “angústia aguda” nas conversas dos seus filhos e controlarem as definições da conta. Este anúncio surge na sequência de uma publicação num blogue, no final de agosto, em que a empresa indicava que estava a preparar um mecanismo de controlo parental. No dia anterior à publicação, os pais de um adolescente californiano de 16 anos que se suicidou entraram com uma ação judicial contra a OpenAI, acusando o ChatGPT de ter fornecido ao seu filho instruções detalhadas para acabar com a sua vida e de ter encorajado o ato. “Continuamos a melhorar a forma como os nossos modelos reconhecem e respondem a sinais de sofrimento mental e emocional”, adiantou hoje a empresa. Matt e Maria Raine apontam para as interações do filho de 16 anos, Adam, com o ChatGPT no processo movido contra a OpenAI, o qual também visa o cofundador e CEO Sam Altman. Miguel Patinha Dias | 16:03 – 26/08/2025 A OpenAI disse que tomará outras medidas, previstas para os próximos 120 dias. A empresa redirecionará assim certas “conversas sensíveis” para modelos de raciocínio mais avançados, como o GPT-5-thinking. “Os modelos de raciocínio seguem e aplicam as diretrizes de segurança de forma mais sistemática”, precisou o grupo americano. Leia Também: Estiveram menos de um mês na Meta e preferiram voltar à OpenAI
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