A chanceler britânica do Tesouro, Rachel Reeves, avisou o Governo trabalhista que os aumentos de impostos no próximo Orçamento serão mais difíceis do que o pacote anterior de 40 milénio milhões de libras (46,4 milénio milhões de euros).


Reeves disse que os novos aumentos serão provavelmente mais pequenos, mas que tem opções limitadas, explicando que os impostos têm de aumentar para tapulhar o dispêndio das reformas da segurança social, noticia nascente sábado a notícia social britânica.


Os comentários da chanceler do Tesouro vão mais longe do que as suas últimas declarações públicas, que têm sido menos explícitas quanto à perspetiva de aumento dos impostos.


A permanência de Reeves porquê gerente das Finanças do Reino Uno e a sua reputação de disciplina fiscal estiveram no meio de potente queda nos mercados financeiros britânicos esta semana, depois de uma câmara de televisão a filmar em lágrimas no Parlamento, o que levou a especulações de que poderia estar de saída do Governo de Keir Starmer, na sequência de fracassos recentes na reforma da segurança social.


Reeves afirmou que não pode excluir aumentos de impostos no Orçamento previsto para o próximo outono e que nunca pensou em demitir-se, reconhecendo, no entanto, que tinha sido uma semana “prejudicial” para o Governo de Starmer, segundo o The Guardian, que citou a chanceler numa entrevista ao The Times que está nascente sábado nas bancas.


Reeves disse que lamentava ter ido para a sessão parlamentar em lágrimas, depois de um “dia difícil no escritório”, mas esperava que as pessoas se pudessem identificar com a sua angústia, noticiou o Guardian.


“Era uma questão pessoal, mas foi sob o olhar da câmara”, disse. “E isso é lastimoso, mas acho que as pessoas viram que estou de volta ao trabalho e que estou de volta ao ativo”.


Os mercados recuperaram depois de Starmer ter reservado publicamente que Reeves permaneceria no seu missão durante “muitos anos” e de Reeves ter renovado o compromisso com a disciplina orçamental, afirmando que esta é uma requisito para a segurança económica do Reino Uno.

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