De combinação com o dirigente sindical do Sindicato dos Trabalhadores da Lavoura e das Indústrias de Alimento, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB), José Eduardo, é provável que “nas festas de S. João não haja cerveja Sagres para todos”.
 
O totalidade dos 11 trabalhadores sindicalizados aderiram à greve e manifestaram-se à porta da empresa no Porto, ao que reivindicaram aumentos salariais e não somente ajustes das tabelas à medida que o salário mínimo se altera.
Esta ação de luta deve-se à emprego do Combinação Coletivo de Trabalho da SCC-Heineken, sendo que “a empresa decidiu, há dois anos, alargar o IRCT [acordo negociado da contratação coletiva] a todos os Trabalhadores de todas as empresas do grupo, exceto a Novadis”.
Aliás, os trabalhadores dizem que a empresa “rejeita discutir o seu caderno reivindicativo, apresentado pelo SINTAB, e que emana dos plenários realizados a nível vernáculo, para negociar aumentos salariais anémicos com a UGT, que não representa nenhum trabalhador”.
“A empresa assumiu a violação da lei da greve, tendo contratado dezenas de Trabalhadores com contrato temporário, em seguida a emissão do pré-aviso, para substituir os trabalhadores em greve”, afirmaram os trabalhadores.
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