O sector da mesa de Cabo Verdejante fechou o último ano com 2,5 milénio milhões de euros em depósitos, mais 7% do que em 2023. Segundo uma publicação da Lusa, os dados são do Banco de Cabo Verdejante (BCV), que destaca o “desempenho robusto do sistema bancário cabo-verdiano” ao longo de 2024.

De combinação com o banco medial, os bancos nacionais registaram um lucro confederado recorde de 55,3 milhões de euros no ano pretérito, valor que representa um desenvolvimento de 16% face a 2023, conforme indicam as tabelas de indicadores do sistema bancário publicadas pela instituição.

A rendibilidade dos capitais próprios manteve-se sólido, situando-se em torno dos 16%. Segundo o BCV, oriente resultado demonstra “uma boa capacidade dos bancos em gerar lucros a partir do capital investido”, mantendo a solidez financeira do sector.

O rácio de solvabilidade do sistema bancário aumentou algumas décimas e atingiu os 24%, supra do mínimo regulamentar de 11,25%. “Oriente nível garante maior resiliência face a choques financeiros”, sublinhou o banco medial, reforçando a crédito na segurança do sistema.

O crédito totalidade outorgado pela mesa cresceu 5% e atingiu os 1,4 milénio milhões de euros, o valor mais cimo de sempre. No entanto, o crédito em incumprimento também subiu 14%, para 109 milhões de euros, o que, segundo o BCV, “requer atenção, embora continue a ser gerível”.

Com oriente aumento, o rácio entre financiamentos em incumprimento e o totalidade de empréstimos concedidos passou para 8%, indicando um ligeiro agravamento na qualidade das carteiras de crédito. Agora, o sector bancário cabo-verdiano é constituído por oito bancos com autorização genérica para operar no país.

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts