a d v e r t i s e m e n tO Ministério do Ambiente da África do Sul informou, nesta terça-feira (10), que o país registou uma queda de 16% na caça furtiva de rinocerontes no ano passado, a segunda queda consecutiva dessa magnitude.
De acordo com uma publicação da Reuters, o Ministério disse, num comunicado, que 352 rinocerontes foram mortos por causa dos seus chifres em 2025, contra 420 em 2024 e 499 em 2023.
A África do Sul abriga quase metade da população de rinocerontes negros criticamente ameaçados de extinção em África e a maior população mundial de rinocerontes brancos quase ameaçados.
Os chifres de rinoceronte — compostos principalmente por queratina, uma proteína também encontrada no cabelo e nas unhas humanas — são muito valorizados em alguns países do Leste Asiático para a medicina tradicional e joalharia.
Apesar da queda geral na caça furtiva no ano passado, houve um aumento acentuado no número de rinocerontes mortos no Parque Nacional Kruger, a principal reserva de caça do país.
Cerca de 175 rinocerontes foram mortos no ano passado no parque, grande parte do qual é remoto e difícil de policiar, contra 88 no ano anterior.
Mas houve uma queda acentuada na caça furtiva no Parque Hluhluwe-iMfolozi, na província de KwaZulu-Natal, de 198 rinocerontes mortos em 2024 para 63 no ano passado.
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