Cabo Virente prevê uma poupança anual de 1,2 milhão de euros com a temporada final de modernização de toda a iluminação pública para tecnologia Diodo Emissor de Luz (LED), agora adjudicada. O pregão foi feito pelo primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, na cidade da Praia, informou a Lusa.

“É um grande investimento que em tapume de dois anos e meio se recupera: estamos a falar de 2,9 milhões de euros e aquilo que gera de poupança são 1,2 milhão de euros por ano, com ganhos que ficam a reproduzir-se no horizonte”, afirmou o governante.

Oriente projecto insere-se na estratégia de transição energética de Cabo Virente, que tem uma vez que meta atingir, até 2030, uma geração de electricidade composta em 50 % por fontes renováveis. O objectivo é reduzir a submissão do país de combustíveis fósseis.

Além dos investimentos em robustez solar, eólica e em sistemas de armazenamento, o Governo aposta no aumento da eficiência energética. A modernização da iluminação pública é uma das medidas fundamentais desta estratégia de sustentabilidade.

Presentemente, tapume de um terço dos 53 milénio postes de iluminação pública do país já utiliza tecnologia LED, que consome menos robustez e tem maior duração. A adjudicação feita agora abrange os 70 % restantes, substituindo lâmpadas antigas por LED.

Com esta mudança, a iluminação será reforçada, o consumo de electricidade será reduzido e a vida útil das lâmpadas passará de 5 para 16 anos. A substituição contribui também para diminuir as emissões de gases com efeito de estufa.

Segundo o primeiro-ministro, haverá benefícios ambientais e impactos positivos no quotidiano das pessoas, proporcionando mais tranquilidade, segurança e qualidade de vida. A novidade lei retirou o dispêndio da iluminação pública dos consumidores, passando essa despesa para as câmaras municipais.

“O objectivo é evidente: conseguir, no início do próximo ano, 100 % de iluminação pública LED e reforçada em todo o território vernáculo. Trata-se de uma mudança em marcha para erigir um horizonte mais sustentável para o nosso país”, concluiu o ministro da Indústria, Negócio e Força, Alexandre Monteiro.

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