Com o Novo Banco cada vez mais próximo de sentenciar o seu porvir, todos os cenários continuam em cima da mesa. A dissipação em bolsa está a ser preparada pela instituição, mas a venda direta não está afastada. E uma das possíveis soluções para a alucinação pode evitar um dos receios do Governo: segundo a Bloomberg, os franceses do BPCE estarão primeiro da corrida. O cenário afasta o risco – já enunciado pelo ministro das Finanças – de “espanholização” do sistema bancário pátrio. Miranda Sarmento sublinhou numa entrevista recente que a mesa espanhola já representa pouco mais de um terço do mercado bancário português, pelo que, “por uma questão de concentração e submissão, esse valor não deveria subir”.
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