
Ásia fecha em alta. “Benchmark” de Taiwan renova recorde com ações da TSMC em máximos Os principais índices asiáticos encerraram a sessão desta quarta-feira em alta, seguindo a tendência registada pelas últimas sessões, com o índice regional MSCI Ásia-Pacífico a atingir um novo recorde ao avançar 1%. Isto num dia em que a negociação pelo Japão esteve encerrada devido a um feriado nacional. Por cá, os futuros do Euro Stoxx 50 mantêm-se inalterados a esta hora. O sul-coreano Kospi – índice com grande peso de cotadas ligadas à tecnologia e inteligência artificial – somou 1%, e ficou a apenas dois pontos de atingir um novo recorde durante a sessão. Já o índice de referência de Taiwan (TWSE) valorizou 1,61% e fixou um novo máximo histórico nos 33.707,83 pontos. Já pela China, o Hang Seng de Hong Kong ganhou 0,26% e o Shanghai Composite subiu 0,087%. Nesta linha, por Taiwan, a fabricante de semicondutores Taiwan Semiconductor Company (TSMC) pulou quase 2% e atingiu um recorde durante a sessão, com as ações da empresa a tocarem pela primeira vez nos 1.925 dólares taiwaneses (cerca de 61,03 dólares). Também pela Coreia do Sul as tecnológicas impulsionaram o sentimento, com a Samsung a ganhar mais de 1,20%. Os investidores estiveram atentos às vendas a retalho pelos EUA, divulgadas na terça-feira, que se mostraram inesperadamente fracas em dezembro, reforçando as expectativas de que a Fed poderá reduzir as taxas ainda mais este ano. A atenção volta-se agora para o relatório sobre o emprego, divulgado nesta quarta-feira, e os dados sobre a inflação do lado de lá do Atlântico, a serem divulgados no final desta semana, para obter mais sinais sobre as perspetivas para a política monetária. O relatório sobre o emprego “será fundamental”, disse à Bloomberg Bret Kenwell, da eToro. “Um resultado fraco poderá empurrar ainda mais o sentimento para o risco, se as preocupações com o crescimento começarem a aumentar, mas um resultado sólido poderá aliviar algumas dessas preocupações”, acrescentou. Os economistas preveem um aumento de 65 mil postos de trabalho nos EUA em janeiro. A confirmar-se este valor, seria o maior aumento em quatro meses.
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