Falhada a matrícula na Liga 2, o Boavista tem até quinta-feira para apresentar documentação que lhe permita disputar a Liga 3. Caso contrário, cairá para os distritais.


Entretanto, depois de o Processo Privativo de Revitalização (PER) da SAD do Boavista ter sido chumbado no mês pretérito, continuando sem solução uma dívida superior a 150 milhões de euros, o clube dos axadrezados anunciou na passada sexta-feira que tinha avançado com o pedido de enunciação de insolvência da instituição no Tribunal do Transacção de Gaia.


Uma medida com caráter de urgência que, alegou o clube, tinha uma vez que objetivo súbito travar o leilão dos terrenos contíguos ao Estádio do Bessa onde se situam os campos de treino.


Com um valor base de 5.723.400 euros, o leilão terminou às 10 horas desta terça-feira, 8 de julho, com a última licitação a fixar-se em 5,55 milhões de euros, supra do valor mínimo estipulado de 4.864.890 euros.


Com uma espaço de mais de 22,5 milénio metros quadrados, estes terrenos, colocados em leilão por dívidas antigas do clube, envolvem também outros equipamentos desportivos e um parque de estacionamento público subterrâneo.


A sentença de enunciação de insolvência do Boavista Futebol Clube acabou por ser proferida unicamente às 15 horas, cinco horas depois do leilão dos terrenos da instituição liderada por Garrido Pereira, surgindo uma vez que requerente a Ares Lusitani, sociedade de titularização de créditos do universo da KKR, a “private equity” norte-americana que é dona da Greenvolt, entre muitos outros ativos.

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