O Banco Central Europeu (BCE) reviu nesta quinta-feira em ligeira alta a inflação prevista para este ano, vendo a economia encaminhada para superar as perspetivas de há três meses, antes das novas tarifas negociadas entre UE e Administração de Donald Trump. Apesar de o novo cenário macroeconómico antecipar perspetivas para a inflação quase inalteradas, a autoridade monetária indica que vai manter vigilância atenta aos riscos de maiores pressões de preços ao mesmo tempo que prolonga a pausa nas taxas de juro de referência para a Zona Euro. Nas novas projeções apresentadas, o BCE espera que a inflação média anual nas economias da moeda única fique em 2,1%, uma décima mais do que esperava em junho. Também para 2026 há uma ligeira revisão em alta, igualmente numa décima, para 1,7%, mas ainda abaixo das meta de equilíbrio de preços da autoridade monetária (2%), enquanto que para 2027 a subida média de preços no espaço do euro já deverá andar em torno dos objetivos da política monetária novamente, em 1,9%. A revisão em alta acompanha aquela que foi evolução mais recente do indicador de inflação harmonizado da Zona Euro, que em agosto terá avançado de 2% para 2,1%, de acordo com a estimativa preliminar do Eurostat. Em atualização

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