
A taxa de juros de referência na Zona Euro vai voltar a desabar, para 2%. O Banco Meão Europeu (BCE) confirmou esta quinta-feira a decisão de continuar com a oitava descida deste ciclo, que teve início há um ano, em risco com o esperado pelo mercado.
“O Recomendação do Banco Meão Europeu (BCE) decidiu hoje reduzir as três taxas de renda diretoras do BCE em 25 pontos base. Em pessoal, a decisão de reduzir a taxa de renda aplicável à facilidade permanente de repositório – a taxa através da qual o Recomendação do BCE define a orientação da política monetária – baseia-se na avaliação atualizada do Recomendação do BCE das perspetivas de inflação, da dinâmica da inflação subjacente e da força da transmissão da política monetária”, anunciou o BCE, em transmitido.
A redução era esperada face à evolução da inflação, que caiu na Zona Euro para 1,9% em maio, face aos 2,2% registados em abril. A evolução resulta, em segmento, da desaceleração para 3,6% da subida dos preços da pujança em relação ao ano anterior. Ainda assim, excluindo a pujança, a inflação também aliviou, para 2,5% em maio, em seguida 2,8% em abril.
“Atualmente, a inflação situa-se em torno do objetivo de médio prazo de 2%, estabelecido pelo Recomendação do BCE”, sublinhou a mando monetária, que atualizou também as projeções macroeconómicas. O staff do BCE vê agora a inflação subjacente a situar-se, em média, em 2,0% em 2025, 1,6% em 2026 e 2,0% em 2027, o que implica revisões em baixa de 0,3 pontos percentuais em relação a 2025 e 2026, em verificação com as projeções de março.
Com maior crédito que a inflação está dominada, os juros ainda caem mais uma vez e, com efeitos a 11 de junho, as taxas de renda aplicáveis à facilidade permanente de repositório, às operações principais de refinanciamento e à facilidade permanente de transferência de liquidez serão reduzidas para, respetivamente, 2,00%, 2,15% e 2,40%.
O ciclo de descidas de juros do BCE completa oriente mês um ano e conta assim já com oito cortes num totalidade de 200 pontos-base. A expectativa do mercado é que, depois do galanteio desta quinta-feira, haja mais um, também de 25 pontos-base, até ao final do ano. A incerteza é se, no porvir, será a fraqueza da economia (penalizada pela guerra mercantil) ou a inflação próxima da meta no médio prazo a tarar mais nas decisões do banco medial.
“O Recomendação do BCE está determinado a testificar que a inflação estabiliza, de forma sustentada, no seu objetivo de médio prazo de 2%. Mormente nas atuais condições de excecional incerteza, seguirá uma abordagem dependente dos dados e reunião a reunião para determinar a orientação apropriada da política monetária. As decisões do Recomendação do BCE sobre as taxas de renda basear-se-ão na sua avaliação das perspetivas de inflação, à luz dos dados económicos e financeiros que forem sendo disponibilizados, da dinâmica da inflação subjacente e da força da transmissão da política monetária. O Recomendação do BCE não se compromete previamente com uma trajetória de taxas específica”, acrescentou.
(Notícia atualizada às 13:25)
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