
O BBVA vai manter a sua oferta pública de compra (OPA) hostil lançada sobre o Banco Sabadell. Carlos Torres, “chairman” do banco, garante que apesar de todos os entraves à operação, continua a fazer sentido o negócio que levará à geração o segundo maior banco do país. Depois as últimas assembleias de acionistas do banco catalão, o BBVA “decidiu não retirar a oferta por nascente motivo e, portanto, ela permanece em vigor de consonância com os regulamentos aplicáveis”, informou o banco à Percentagem Pátrio do Mercado de Valores Mobiliários (CNMV) espanhola, esta segunda-feira. Fontes do banco presidido por Carlos Torres e citadas pelo El País, revelam que o banco planeiam atualizar e publicar todas as informações relevantes sobre a OPA hostil “logo que o prospeto for legalizado pela CNMV, provavelmente no início de setembro”. Depois disso, a solução deverá ser votada pelos acionistas do banco até ao final do mês ou início de outubro. O BBVA insiste na OPA apesar das decisões tomadas pelo Sabadell para se tutelar desta operação. Os acionistas do banco aprovaram o pagamento de um dividendo incrível de 2,5 milénio milhões de euros, uma segmento suculento do juntura obtido com a venda da unidade britânica, o TSB. Esta OPA hostil de muro de 11 milénio milhões de euros, que o BBVA quer levar até ao termo, já antes tinha enfrentado um travão por segmento do governo espanhol. Recorde-se que o executivo tinha deliberado que para proteger o interesse universal do país a compra, a ocorrer, não poderia levar ao desaparecimento do Sabadell nos próximos três anos, reduzindo assim as sinergias do negócio. Carlos Cuerpo, ministro da economia de Espanha, garantiu na profundeza que se trata de uma “exigência proporcional e equilibrada que não impede o progressão do processo”. “Isto não constitui um travanca ao progressão do processo de integração a nível europeu e da união bancária. Estamos a proteger os interesses gerais numa transação doméstica”.
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