Em conferência de prelo na cidade de Nampula, Salomão Cossa, representante do Projeto de Desenvolvimento Urbano do Setentrião de Moçambique (PDUNM), uma iniciativa governamental que vai liderar o projeto, disse que a mediação faz secção dos esforços para a melhoria habitacional, com o objetivo de concordar as populações na construção de casas resilientes às mudanças climáticas.
 
“A iniciativa contempla o fornecimento de materiais de construção, capacitação da mão-de-obra lugar e assistência técnica direta às obras, privilegiando sempre os padrões de construção resiliente”, detalhou.
Os beneficiários, adiantou, “são indivíduos vulneráveis e que vivem nos bairros do projeto, portanto será criado em cada lugar um comité de seleção para apurar as pessoas que realmente necessitam de melhoramento de habitações”.
Trata-se de uma ação coordenada pelo Fundo para o Fomento de Habitação, com financiamento do Banco Mundial, num valor totalidade de 140 milhões de dólares, dos quais 24 milhões são especificamente destinados à melhoria das habitações.
Salomão Cossa avançou que, numa primeira tempo, em Nampula, o projeto “Melhoria Habitacional” irá beneficiar famílias de dois municípios, nomeadamente Nampula, nos bairros de Muatala e Muahiviri, e Nacala-Porto (Ontupaia e Mathapue).
O projeto, lançado em 2022 e de quem término está previsto para 2028, vai também capacitar mão-de-obra lugar.
“O que o projeto vai fazer é capacitar os artesões nos locais de implementação (…)”, frisou a nascente.
Já na província de Cabo fino, o projeto irá concordar construção de casas resilientes nos municípios de Pemba (capital provincial) e Montepuez.
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