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O Presidente da República, Daniel Chapo, apontou nesta sexta-feira (12) a agricultura, o agro-negócio e o turismo como áreas estratégicas para a criação de emprego no País, durante um encontro com o vice-presidente do Banco Mundial, Ndiamé Diop, para discutir oportunidades de investimentos de “cerca de 50 mil milhões de dólares”, noticiou a Lusa.
“O Presidente da República, Daniel Chapo, apontou hoje a agricultura, o agro-negócio e o turismo como alguns dos sectores estratégicos para a criação de emprego em Moçambique, defendendo que a agenda laboral deve orientar todas as políticas de desenvolvimento”, lê-se num comunicado da Presidência enviado à comunicação social.
Na ocasião, o vice-presidente do Banco Mundial afirmou tratar-se de “muito dinheiro”, mas Chapo “insistiu” na necessidade de “desenvolver a agricultura, o agro-negócio e o turismo para criar emprego.”
“Nós concordamos com ele (…). A agenda de emprego deve ser o centro em tudo o que fazemos”, salientou Ndiamé Diop.
Segundo o documento, Diop destacou ainda a necessidade de fortalecer os corredores de desenvolvimento e de força laboral, para apoiar a criação de competências necessárias ao investimento do sector privado e auxiliar as áreas do turismo, agricultura, comércio regional e integração digital no País.
“Nós tivemos um encontro muito bom com o Presidente, no qual reiterámos estas prioridades e discutimos também as condições e os desafios que Moçambique está a enfrentar actualmente”, acrescentou o responsável.
O vice-presidente do Banco Mundial reiterou ainda o compromisso de apoiar o País “com sentido de urgência”, reconhecendo a importância destes desafios para Moçambique, segundo o comunicado.
Encontro entre Daniel Chapo e Ndiamé Diop nesta sexta-feira
O Banco Mundial anunciou, a 1 de Setembro de 2024, 201 milhões de dólares para financiar programas de preparação e respostas a emergências no sistema de saúde em Moçambique: “Esta iniciativa reflecte o compromisso regional, global e nacional para que se invista nos sistemas de saúde e na saúde dos moçambicanos (…). Este projecto é uma subvenção de 201 milhões de dólares”, afirmou o chefe dos Projectos da área de Saúde daquela instituição financeira, João Pires.
O responsável falava em Maputo durante o lançamento do projecto “Preparação, Resposta e Resiliência para Emergências de Saúde”, financiado pelo Banco Mundial, cujo objectivo é “reforçar a resiliência do sistema de saúde moçambicano, promovendo uma melhor preparação e resposta multissectorial a emergências de saúde pública, incluindo surtos epidémicos e catástrofes naturais”, avançou.
Ao intervir na mesma cerimónia, o então ministro da saúde, Armindo Tiago, explicou que a iniciativa visa estabelecer plataformas de gestão de informações de recursos humanos de saúde digital, desenvolver currículos para especializações médicas, de enfermagem e de outros profissionais de saúde e criar um portal de emprego para permitir um recrutamento de recursos humanos de saúde eficiente.
O financiamento tem o objectivo também de fornecer bolsas de estudos e subsídios para formação ao nível de doutoramento, mestrado, especializações e pós-graduação com a intenção de incentivar os profissionais de saúde para a formação e desenvolver habilitações na área de saúde digital.a d v e r t i s e m e n t
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