a d v e r t i s e m e n tO Banco Mundial aprovou nesta quarta-feira (13) um base de emergência de 10 milhões de dólares para Cabo Virente, a termo de substanciar a resposta aos danos provocados pelas cheias que causaram oito mortos e três desaparecidos, reportou a Lusa. 

Segundo a escritório, o base foi accionado ao abrigo de um programa de cooperação para ajudar os esforços do Governo numa recuperação económica resiliente e equitativa, com o Banco Mundial a permitir um desembolso inesperado, adiantou o primeiro-ministro de Cabo Virente, Ulisses Correia e Silva, na sua página solene do Facebook.

O governante agradeceu ao Grupo Banco Mundial pela “resposta célere” ao pedido efectuado por Cabo Virente “e pelo proeminente sentido de solidariedade” perante a premência de emergência social e infra-estrutural, para proteger as pessoas e reconstruir com maior resiliência.”

A tempestade, na madrugada de segunda-feira (11), provocou oito mortos e três desaparecidos na ilhéu de São Vicente, onde casas e estradas foram destruídas, pontes colapsaram e alguns bairros ficaram inundados.

Foram também registados danos em Santo Antão e São Nicolau, com o Governo a declarar situação de calamidade por seis meses nos três municípios, para permitir a mobilização urgente de recursos.

Na terça-feira, um precário de 30 militares e polícias, três viaturas e material para limpezas e transporte de chuva chegou para estribar as operações de resposta e recuperação em São Vicente.

O Presidente da República, José Maria Neves, deslocou-se nesta quarta-feira à ilhéu para visitar as zonas afectadas, reunir-se com autoridades e contactar as famílias atingidas, sublinhando “a tranquilidade” e o “engajamento cívico” da população face à devastação.

Cabo Virente decretou dois dias de luto pátrio.

A Câmara Municipal de São Vicente começou nesta quarta-feira a entregar um subvenção de muro de 211 dólares às famílias dos oito mortos, com o autarca a antecipar estar a ser feito um levantamento das famílias desalojadas, para que possam também receber base inesperado.

Moradores em São Vicente têm feito pedidos de alojamento, ao mesmo tempo que solicitam víveres e chuva, enquanto retiram limo e destroços das casas. As ruas da região continuam cobertas de detritos, há pontes destruídas, árvores caídas e veículos inutilizados.

Um gabinete de crise foi criado para coordenar a resposta. Ulisses Correia e Silva garantiu prioridade ao realojamento, distribuição de cestas básicas, base psicológico e reconstrução das infra-estruturas, em fala com instituições internacionais.

Países uma vez que Timor-Leste, Guiné-Bissau, Portugal e São Tomé e Príncipe manifestaram solidariedade e apresentaram pêsames às famílias enlutadas.

Portugal anunciou nesta quarta-feira o envio de um navio da Marinha para prestar assistência humanitária em Cabo Virente. O Ministério da Resguardo Vernáculo português afirmou, em enviado, estar previsto o navio vigia chegar ao arquipélago africano na sexta-feira, constituído por uma guarnição de 56 militares, indicando que as operações estão a ser acompanhadas pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa e pelo Governo.

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