a d v e r t i s e m e n tO Banco de Suplente do Zimbabué (RBZ, {sigla} em inglês) decidiu manter inalterada a taxa de lucro de referência em 35%, reafirmando o compromisso com uma política monetária restritiva, com o objectivo de moderar a inflação e estabilizar o mercado cambial.
O proclamação foi feito esta quinta-feira, 7 de Agosto, pelo governador do banco, John Mushayavanhu, durante a apresentação da revisão da política monetária a médio prazo. Segundo o responsável, a taxa está “muito calibrada” face à inflação e à dinâmica da produção.
O governador explicou que a hodierno taxa de lucro assegura uma taxa real positiva de 5%, tendo em conta a previsão de uma inflação de 30% até ao final do ano. O responsável acrescentou que a medida visa solidificar “de forma duradoura a firmeza dos preços.”
“O banco medial não está a utilizar a taxa de câmbio uma vez que meta operacional”, clarificou John Mushayavanhu. “Estamos a utilizar uma taxa de câmbio flutuante determinada pelo mercado, somente influenciando o seu movimento através da gestão prudente da moeda de suplente”, acrescentou.
A estratégia denominada ʽBack-to-Basicsʼ, que assenta no controlo da moeda de suplente, continuará a ser aplicada para estabilizar a taxa de câmbio entre o ZiG (moeda lugar introduzida em 2024) e o dólar norte-americano, segundo reforçou o governador.
Apesar dos apelos para reduzir as taxas de lucro e comissões bancárias, o RBZ manteve as taxas mínimas de repositório: 5% para poupanças em ZiG e 2,5% para depósitos em dólares. O banco incentivou ainda as instituições financeiras a melhorarem a eficiência do dedo e a reduzirem os custos.
O RBZ decidiu também manter os requisitos de entrega de 30% das receitas em moeda estrangeira por segmento dos exportadores e defendeu o uso de reservas estatutárias para chupar o excesso de liquidez. “Continuaremos a satisfazer o que prometemos”, assegurou o governador do banco medial.
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