
Ásia sobe com fabricantes automóveis japoneses a impulsionar. Futuros europeus avançam Os índices asiáticos fecharam a sessão com ganhos pelo terceiro dia seguido, depois de os fabricantes de automóveis japoneses terem oferecido um impulso aos índices do país e da região, à medida que os investidores mostram sinais de otimismo de que o Japão poderá conseguir reduzir as tarifas sobre a exportação de automóveis para os EUA nas negociações comerciais entre Tóquio e Washington. Já os futuros europeus seguem a subir 0,50% e apontam para uma rombo com valorizações. Entre os principais índices chineses, o Shanghai Composite avançou 0,39% e o Hang Seng de Hong Kong ganhou uns modestos 0,035%. Pelo Japão, o Nikkei avançou 0,63% e o Topix pulou 1,03%. Ryosei Akazawa, negociador-chefe do Japão para o transacção, deverá viajar até Washington para tentar convencer a Gestão Trump a reduzir as taxas alfandegárias aplicadas sobre os automóveis, porquê prometido no convenção mercantil apanhado entre as duas partes no mês pretérito. Face a estas notícias, fabricantes porquê a Toyota (+1,90%) – que apresenta resultados esta semana -, a Nissan (+0,76%) e a Honda (+1,42%) ganharam terreno durante a sessão. “Com Akazawa nos EUA, há esperança de progresso em direção a tarifas automóveis mais baixas”, disse à Bloomberg Yutaka Miura, exegeta da Mizuho Securities. As tarifas estão novamente a dominar a atenção dos mercados, depois de Trump ter dito estar “muito perto de um convenção” com a China, enquanto a Índia está a preparar-se para suportar com as ameaças do Presidente norte-americano. Entretanto, as ações asiáticas ligadas ao setor dos semicondutores caíram depois de se saber que está em curso uma investigação sobre um alegado roubo de segredos comerciais da Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC). As ações da obreiro de chips caíram mais de 2%. Ou por outra, a Advanced Micro Devices avisou que o seu entrada ao mercado chinês continua incerto, o que acabou por pressionar também as empresas do setor. Ainda assim, pela China, a Alibaba e a Tencent conseguiram fechar a sessão a subir mais de 1%. Ainda no projecto mercantil, Trump sugeriu que iria impor tarifas secundárias a países que compram crude à Rússia – incluindo a China – depois de ter dito na terça-feira que iria aumentar as taxas sobre as exportações indianas no prazo de 24 horas. O banco médio da Índia deixou na quarta-feira a sua taxa de lucro de referência inalterada, com os decisores de política monetária do país a optarem por uma abordagem de “esperar para ver”, no meio das ameaças de Trump de utilizar tarifas adicionais sobre os produtos do país importados pelos EUA.
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