Ásia fecha mista. Índices japoneses pressionados por dados laborais dos EUA


Os índices asiáticos fecharam a sessão entre ganhos e perdas. Pela China, as ações valorizaram com perspetivas de que os Estados Unidos (EUA) e a China poderão estar mais perto de chegar a um concórdia mercantil perene entre as duas potências. Já pelo Japão, os índices recuaram, ainda pressionados pelos dados revistos em baixa do mercado laboral norte-americano. Na Europa, os futuros seguem a proceder em torno dos 0,50% em seguida terem sofrido fortes quedas na sessão de sexta-feira.


Entre os principais índices chineses, o Shanghai Composite avançou 0,51% e o Hang Seng de Hong Kong ganhou 0,72%. Pelo Japão, o Nikkei recuou 1,20% e o Topix perdeu 1,07%.


No projecto mercantil, e depois de Donald Trump, Presidente dos EUA, ter imposto uma novidade série de tarifas sobre parceiros comerciais na semana passada, o representante para o Transacção norte-americano, Jamieson Greer, pareceu mostrar-se otimista em relação às discussões com a China no que toca ao tópico das terras raras, na sequência de conversações comerciais entre os dois blocos.


“As coisas mudaram drasticamente no envolvente mercantil a nível global, não somente nos EUA”, disse à Bloomberg o investidor Mark Mobius. “As pessoas estão a olhar para isto de forma muito mais realista. Vai possuir muita reflexão sobre uma vez que tornar as coisas mais justas para todos os países envolvidos”, acrescentou o perito.


Ainda na China, as ações da BYD caíram quase 1%, depois de o fraco propagação das vendas mensais apresentado pela operário de automóveis elétricos ter levantado dúvidas sobre a possibilidade de a empresa chinesa conseguir atingir o seu objetivo de vendas anual.


Por outro lado, os índices nipónicos foram “contagiados” pelos fracos dados laborais dos EUA revelados na passada sexta-feira, à medida que os investidores reforçam as apostas de que a Suplente Federalista (Fed) norte-americana deverá proceder com pelo menos duas flexibilizações das taxas de renda ainda nascente ano, depois de os números terem mostrado um mercado de trabalho em resfriamento.

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