A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) vê com “enorme satisfação e expectativa” o retorno de uma secretaria de Estado dedicada ao Transacção à orgânica do Governo.


Trata-se de um sinal positivo de reconhecimento e valorização de um setor de atividade que tem contribuído decisivamente para o propagação sustentado da economia vernáculo, para a sua coesão territorial, que, representando atualmente tapume de 13% do Resultado Interno Bruto (PIB) e 14% do serviço, tem uma enorme relevância na sociedade”, realça, num transmitido enviado, esta sexta-feira, às redações. 


Esta mudança será, pois, crucial para prometer uma atenção dedicada e concentrada nos desafios e oportunidades únicos do setor do transacção e serviços, contribuindo para uma economia portuguesa mais dinâmica e resiliente, favorecendo uma compreensão mais aprofundada de temas que concentram os esforços das empresas de que são exemplo as pessoas, a digitalização, a sustentabilidade e o correto funcionamento da enxovia de valor”, reforça.


Quando Luís Montenegro se tornou primeiro-ministro, no ano pretérito, eliminou a secretaria de Estado dedicada ao Transacção e Serviços, num ato muito criticado pelo da orgânica do Governo. 


Mas, agora, no seu segundo Governo, optou por restaurar a “pasta” incluindo-a no “novo” Ministério da Economia e da Coesão Territorial.


E o nome também merece nota positiva da APED que se congratula com a “já reconhecida experiência, conhecimento e capacidade de diálogo do secretário de Estado nomeado”, com o qual espera, em conjunto, “trabalhar para o propagação poupado e social do país, para o qual o setor do retalho, distribuição e transacção em universal, é tão necessário”.

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