O evento foi apresentado hoje em conferencia de prensa, onde o ministro da Indústria e Negócio de Angola, Rui Miguêns, referiu que face à novidade separação político administrativa a feira passou a estar geograficamente na província de Icolo e Bengo, passando a chamar-se Feira Internacional de Angola.
Mas, pela simbologia que o nome representa, a denominação Filda [resultante da anterior designação de Feira Internacional de Luanda] vai também manter-se, sublinhou o ministro.
“Para já iremos manter a denominação Filda, porque ela representa um histórico e depois com alguma tranquilidade encontraremos, se necessário uma denominação distinta”, vincou.
Por sua vez, o presidente do parecer de governo do grupo Redondel, Bruno Albernaz, referiu que esta edição tem uma vez que lema “50 Anos Consolidando a Independência Económica e a Integração de Angola no Mundo”.
Sobre a participação de Portugal, Bruno Albernaz disse que até ao presente momento estão confirmadas 24 empresas portuguesas, que vão expor os seus negócios num pavilhão próprio de 300 metros quadrados.
“Portugal é um parceiro tradicional da Filda, volta a estar leste ano também com um pavilhão, volta a ser um dos pavilhões com maior participação internacional, volta a confirmar aquilo que tem vindo a ser um parceiro tradicional com muitas empresas, não só no pavilhão de Portugal, que é organizado pela AICEP [Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal], mas também por empresas que vêm de forma isolada”, indicou.
Bruno Albernaz disse que confirmaram já as suas participações de tapume de 1.182 empresas, das quais 93% angolanas, prevendo-se superar as 1.700 participações da edição passada.
Brasil, Portugal, Indonésia, Bielorrússia, Turquia, República Democrática do Congo, França, Namíbia, Itália, Moçambique, Ilhas Virgens Britânicas, Zâmbia, Alemanha, África do Sul, Coreia do Sul e Polónia são os países já confirmados, tendo manifestado interesse de participar também os Estados Unidos da América, Canadá, Arábia Saudita, Espanha e uma empresa sueca.
“Anteriormente a Filda era o inverso, havia muito maior participação internacional do que pátrio e leste ano a confirmação cada vez mais efetiva de um maior número de empresas angolanas, ou seja, cada vez mais indústria do feito em Angola, cada vez mais indústria de transformação, cada vez mais empresas de serviços angolanas e de lavra”, realçou Bruno Albernaz.
Na 40.ª edição da Feira Internacional de Angola destaca-se o prolongamento da participação de empresas dos setores do agronegócio, da lavra, agropecuária e pescas, da indústria transformadora e extrativa, indicadores que estão a aumentar face ao ano interno.
Para leste ano, vai ser novidade o salão da cultura angolana, onde se prevê a exposição de pinturas, artesanato, momentos de trova, literatura, no contextura dos 50 anos de independência, que Angola comemora no dia 11 de novembro deste ano, muito uma vez que um pavilhão unicamente devotado ao setor veículo.
Rui Miguêns sublinhou que o facto de reunir todos anos um número significativo de empresas, de países presentes, é uma mostra de que “não há perda de interesse na feira, que os empresários, a estrear pelos angolanos, mas também os estrangeiros, veem na feira um veículo importante para se divulgarem os seus negócios, para fazer e concretizar negócios”.
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