A Airtel Africa e o Vodacom Group anunciaram a celebração de um concórdia estratégico para partilha de infra-estruturas em mercados-chave, incluindo Moçambique, Tanzânia e República Democrática do Congo (RD Congo), iniciativa ainda sujeita a aprovações regulatórias em cada país. De concórdia com um expedido do Vodacom Group, o entendimento prevê a partilha de redes de fibrilha óptica e torres de telecomunicações, com o objectivo de apressar a expansão dos serviços digitais, aumentar a conectividade e reduzir custos operacionais para os operadores, ao mesmo tempo que melhora a velocidade de implementação das redes. A medida deverá beneficiar sobretudo as comunidades em zonas remotas, ajudando a reduzir a exclusão do dedo no continente. Segundo as duas operadoras, a cooperação permitirá oferecer ligações mais rápidas, estáveis e de maior qualidade, contribuindo para uma experiência melhorada para o cliente e para o aproximação mais extenso a serviços digitais e financeiros. Para o presidente executivo do Vodacom Group, Shameel Joosub, a parceria representa “um passo proactivo” para fabricar “um porvir do dedo sustentável e inclusivo” em África. “Através da partilha de infra-estruturas, podemos disponibilizar serviços mais acessíveis a mais pessoas, de forma mais rápida, assegurando que ninguém fica para trás na era do dedo”, afirmou, sublinhando a meta de conectar 260 milhões de clientes até 2030. Por sua vez, o presidente executivo da Airtel Africa, Sunil Taldar, realçou que a colaboração responde à urgência de prometer cobertura, até nas localidades mais remotas. “Mesmo sendo concorrentes, tornou-se um imperativo empresarial cooperarmos na provisão de infra-estruturas críticas para erigir redes resilientes, capazes de suportar novas tecnologias e o crescente consumo de dados”, declarou. A aposta na expansão da fibrilha óptica é vista pelas empresas uma vez que fundamental para apressar a implementação das redes 4G e 5G no continente, permitindo ligações de subida velocidade, baixa latência e fiabilidade acrescida para suportar aplicações digitais modernas. A Airtel Africa opera em 14 países da África Subsariana e presta serviços de telecomunicações e verba traste a respeito de 170 milhões de clientes. Já o Vodacom Group, com presença em oito países africanos, serve mais de 211 milhões de clientes, incluindo os da Safaricom, e integra o grupo Vodafone, um dos maiores operadores de comunicações do mundo.advertisement
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