a d v e r t i s e m e n tO sector agrícola do Zimbabué mostra sinais renovados de força à medida que o país reinstaura a proibição das importações de milho após uma colheita recorde e aprovação de linha de crédito de 125 milhões de dólares, pelo Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank). A decisão sublinha a crescente confiança de Harare na produção interna e a sua ambição mais ampla de se tornar um fornecedor regional de produtos essenciais.
Segundo dados do Governo, chuvas favoráveis e um maior apoio aos pequenos agricultores contribuíram para a recuperação. A política protege os produtores locais, conserva as reservas de divisas e apoia os objectivos nacionais de segurança alimentar, lê-se na publicação do Further Africa.
Da recuperação ao crescimento impulsionado por investimentos
Complementando este progresso, o Afreximbank aprovou uma linha de crédito de 125 milhões de dólares para financiar a aquisição de fertilizantes e outros insumos para a época de plantio 2025-26. A linha faz parte de um esforço mais amplo para garantir acesso consistente a insumos, expandir a mecanização e manter a produtividade agrícola.
A combinação de disciplina fiscal, acesso a financiamento e melhor coordenação de políticas marca um ponto de viragem após anos de volatilidade na economia agrária do Zimbabué. Os analistas consideram a medida crucial para sustentar o crescimento, reduzir a dependência de importações e posicionar o país como um actor fiável na rede de fornecimento alimentar do sul de África.
Construindo um futuro de exportação
Com reformas na posse da terra, irrigação e distribuição de insumos em curso, o caminho do Zimbabué para a modernização agrária está a tornar-se mais coerente. Se o impulso continuar, o país poderá transitar da agricultura de subsistência para uma agricultura comercial orientada para a exportação, abrindo oportunidades em mercados regionais como Zâmbia, Maláui e Moçambique.
O que outrora era uma economia definida pelo colapso agrícola encontra-se agora à beira de uma redefinição — de importador a exportador, de crise a competitividade.
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