A África do Sul diz que vai prosseguir com os esforços diplomáticos para asseverar uma relação mercantil equilibrada e mutuamente benéfica com os Estados Unidos da América.

Esta é a reacção de Pretória em seguida receber uma epístola de Donald Trump dando conta de que a África do Sul vai passar a remunerar uma tarifa de 30 por cento, a partir de 1 de Agosto próximo, sobre todos os produtos exportados para os Estados Unidos da América, caso um novo congraçamento mercantil não seja apanhado até essa data.

É neste último ponto que residem as esperanças do Governo sul-africano: a início de Washington para continuar a negociar um novo congraçamento mercantil.

O porta-voz do Presidente sul-africano, Vincent Magwenya, não tem dúvidas de que  que a tarifa de 30 por cento, proposta por Donald Trump, aos produtos sul-africanos exportados para o mercado americano, tenha sido baseada em dados imprecisos:

“Essa tarifa de 30 por cento se baseia numa versão específica e unilateral da balança mercantil entre a África do Sul e os Estados Unidos. Essa versão por nós contestada faz secção das questões que serão levadas em consideração por secção das equipes de negociação da África do Sul e dos Estados Unidos da América. Consequentemente, a África do Sul sustenta que a tarifa recíproca de 30 por cento não é uma representação precisa dos dados comerciais disponíveis”, disse.

Especialistas alertam que a imposiçao de tarifas de 30 por cento  não vai  prejudicar unicamente as empresas sul-africanas, mas que os Estados Unidos também correm riscos.

Vincent Magwenya esclareceu que a equipa negocial sul-africana ainda está a espera do protótipo proposto pelos americanos, para dialogar com países da África Subsaariana, em questões comerciais.

Enquanto Washington não envia o referido protótipo, o Presidente Ramaphosa instruiu a equipa negocial a dialogar urgentemente com os Estados Unidos com base no Negócio-Quadro, que a África do Sul apresentou no pretérito dia 20 de maio.

Por outro lado, Ramaphosa quer que as empresas sul-africanas acelerem os esforços de diversificação, para promover maior resiliência nas cadeias de suprimentos globais e na economia da África do Sul. (RM Johannesburg)

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