O Governo sul-africano, juntamente com a Instauração Gates e a Wellcome Trust, comprometeram-se a contribuir com 600 milhões de rands (33 milhões de dólares) para uma iniciativa que poderá manter em funcionamento projectos de investigação médica, incluindo um importante experimento galeno de uma vacina contra o VIH, posteriormente os Estados Unidos da América (EUA) terem reduzido drasticamente o financiamento para esses programas.
Segundo a Bloomberg, a tributo, que prevê um compromisso do Governo de 400 milhões de rands (22,2 milhões de dólares) ao longo de três anos, aumentado em 100 milhões de rands (5,5 milhões de dólares) por cada uma das fundações, estará disponível para programas de investigação que perderam financiamento, incluindo os que visam doenças uma vez que a SIDA e a tuberculose, informou o Recomendação de Investigação Médica da África do Sul (SAMRC) em transmitido nesta segunda-feira (4).
“Vamos candidatar-nos e esperamos obter qualquer financiamento”, afirmou Glenda Gray, que lidera um experimento de vacina contra o VIH realizado pelo SAMRC, que recebeu uma subvenção plurianual de 45,6 milhões de dólares da Sucursal dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) em 2023 para realizá-lo em oito países africanos. A USAID foi encerrada nascente ano e grande segmento do seu financiamento foi cancelado.
A África do Sul, onde 13% da população de muro de 62 milhões de habitantes é portadora do vírus VIH que culpa a sida, é um núcleo líder na investigação de doenças sexualmente transmissíveis, muito uma vez que de outras doenças comuns em países em desenvolvimento, uma vez que a tuberculose.
O financiamento “visa concordar instituições de investigação e académicas com subsídios activos dos EUA que foram directamente afectadas pela retirada do financiamento norte-americano”, apontou o SAMRC.
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