Especialistas em pujança dos países do G20 vão reunir-se brevemente em Sun City, na África do Sul, que detém presentemente a presidência rotativa do grupo, para discutir os impactos da expansão da pujança nuclear. O G20 é um grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo e pela União Europeia, que, juntos, representam tapume de 85% da economia global.

O Departamento de Electricidade e Força do Noroeste (DEEN) acredita que a presidência da África do Sul no grupo trará grandes benefícios para o país. O objectivo principal é substanciar a capacidade de produção de pujança nuclear, considerada forçoso para substituir gradualmente as centrais a carvão por fontes de pujança mais limpas e sustentáveis.

Durante o encontro, os participantes vão partilhar experiências e conhecimentos sobre o papel da pujança nuclear na mitigação das alterações climáticas. Segundo o Governo sul-africano, esta transição energética é fundamental para o desenvolvimento poupado, a geração de empregos e para prometer um fornecimento de pujança mais seguro e fiável.

Zizamele Mbambo, vice-director-geral do DEEN, destacou que o G20 reúne países ricos e desenvolvidos que podem investir no sector energético da África do Sul. “É uma oportunidade perfeita que o país poderia utilizar para promover a nossa matriz energética”, afirmou, referindo-se à combinação de diferentes fontes de produção de electricidade utilizadas na África do Sul.

O responsável acrescentou que o Governo sul-africano irá examinar diversas formas de financiar o programa nuclear. “Existem opções de financiamento inovadoras que podem ser exploradas. A missão é ver qual delas funcionaria melhor para o país”, explicou, sublinhando a influência de escolher soluções financeiras viáveis e ajustadas à verdade pátrio.

Recentemente, o ministro da Electricidade e Força, Kgosientsho Ramokgopa, afirmou que a pujança nuclear será uma das ferramentas centrais da política climática da África do Sul, tendo dilatado ainda que “ninguém deve ser deixado para trás na transição energética global”, reafirmando o compromisso sul-africano de reduzir as emissões de carbono até 2050, conforme estabelecido no Negócio de Paris.

Manadeira: SABC News

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